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Revista/ Suplemento Socesp
Volume 18 Número 3
Jul / Ago / Set - 2008



Jornal SOCESP
Ano 4 nº 4
novl - dez 2008


Jornal de Psicologia

Edição On-line
Outubro / 2008



Tratado de Cardiologia SOCESP
- 2ª edição chega às livrarias revisada e atualizada. Obra é referência na área e ganhou o Prêmio Jabuti.


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Estatísticas da Saúde

Percentual de fumantes regulares de cigarros na população de estudo de 15 anos ou mais, por sexo
Distrito federal e 17 capitais Brasileiras, 2002-2003 e 2004-2005
 
Masculino
Feminino
total
CAPITAL % IC 95 % % IC 95% % IC 95
Manaus 24,2 21,1-27,3 12,0 10,1-14,0 17,5 15,5-19,5
Belém 22,2 18,6-25,8 11,3 8,7-14,0 16,0 13,4-18,6
Palmas 19,8 16,1-23,5 12,6 10,3-15,0 16,1 13,7-18,5
São Luíz 21,0 17,8-24,1 9,7 7,7-11,7 14,6 12,8-16,4
Fortaleza 23,9 20,9-26,8 14,2 12,3-16,0 18,4 16,6-20,3
Natal 17,9 14,1-21,7 12,2 9,2-15,2 14,7 12,1-17,3
João Pessoa 23,5 19,3-27,6 12,0 9,5-14,6 16,7 14,0-19,3
Recife 21,9 18,0-25,7 14,1 11,2-16,9 17,4 14,8-20,1
Aracaju 16,9 13,0-20,9 10,0* 7,3-12,8 12,9 10,4-15,4
Belo Horizonte 26,1 23,0-29,1 15,2 13,8-18,0 20,4 18,4-22,3
Vitória 20,9 16,0-25,8 15,9 11,6-18,8 17,8 14,6-21,1
Rio de Janeiro 19,8 17,3-22,3 15,9 13,9-17,9 17,5 15,8-19,1
São Paulo 23,1 19,3-26,8 17,5 14,1-20,8 19,9 17,5-19,1
Curitiba 24,3 21,1-27,4 19,7 17,3-22,2 21,8 19,6-23,9
Florianópolis 24,5 19,7-29,3 18,9 14,6-23,1 21,4 17,9-24,9
Porto Alegre 28,2 24,1-32,2 22,9 19,7-26,1 25,2 22,4-28,1
Campo Grande 19,5 14,4-24,6 10,5* 7,2-13,8 14,5 11,4-17,6
Brasilia 20,8 17,1-24,4 14,6 12,6-16,7 17,3 15,4-19,2


Fonte: Ministério da Saúde/SVS e Instituto Nacional do Câncer (INCA): Inquérito Domiciliar de Comportamentos de Risco de Morbidade Referida de Doenças e Agravos Não Transmissíveis.

Notas: 1. Informações de 2004-2005 para Palmas e São Luís e de 2002-2003 para demais capitais
2.A coluna IC 95% apresenta o intervalo de confiança (α = 0,05) da taxa de prevalência, levando-se em consideração o efeito do desenho do estudo.
(*): O número de entrevistados que referiram ter diagnóstico clínico de hipertensão nesta capital e neste grupo é inferior a 50; portanto, recomenda-se cautela na interpretação dos resultados.

 


 

Diabetes no Brasil
Fonte: Ministério da Saúde, 1989

Prevalência da Diabetes no Brasil na população de 30 a 69 anos em nove capitais

Cidade

%

Brasília

5,22

Recife

6,42

Fortaleza

6,48

Belém

7,16

Rio de Janeiro

7,47

Salvador

7,87

João Pessoa

7,95

Porto Alegre

8,89

São Paulo

9,66

No Brasil

7,60

Prevalência da diminuição da tolerância à glicose na população de 30 a 69 anos: 7,8%

Prevalência de diabetes, por grupo etário, na população brasileira de 30 a 69 anos:

Faixa

%

30 - 39 anos

2,7

40 - 49 anos

5,52

50 - 59 anos

12,66

60 - 69 anos

17,43

Distribuição de diabéticos na população de 30 a 69 anos, segundo o conhecimento prévio da doença:

Previamente conhecidos:

53,5%

Desconhecidos:

46,5%

Diabéticos previamente diagnosticados na população de 30 a 69 anos, segundo o tipo de tratamento:

Nenhum tratamento

23 %

Apenas dieta

29%

Hipoglicemiante oral

41%

Insulina

7%

 



Hipertensão Arterial  

Percentual de indivíduos que referiram ter diagnóstico clínico de hipertensão em pelo menos uma consulta, entre os que referiram ter realizado exame para medir a pressão arterial nos últimos dois anos, na população de 25 anos ou mais, por sexo. Distrito Federal e 17 capitais brasileiras, 2002-2003 e 2004-2005.

Capitais

Masculino

Feminino

Total

%

IC 95%

%

IC 95%

%

IC 95%

Manaus

17,9

(14,5-21,4)

26,0

(23,0-29,0)

22,7

(20,4-25,0)

Belém

18,7

(14,2-23,2)

23,5

(19,4-27,6)

21,6

(18,7-24,5)

Palmas

16,3

(13,3-19,3)

17,4

(13,5-21,4)

16,9

(14,3-19,5)

São Luís

18,2

(14,4-21,9)

26,4

(22,8-30,1)

23,1

(20,2-26,0)

Fortaleza

23,3

(19,9-26,7)

28,4

(24,9-31,9)

26,3

(23,7-28,8)

Natal

21,9*

(16,5-27,4)

28,6

(23,6-33,6)

25,9

(22,1-29,7)

João Pessoa

19,7

(15,0-24,4)

23,4

(19,4-27,4)

22,0

(18,5-25,6)

Recife

26,5

(21,1-32,0)

31,6

(26,4-36,7)

29,5

(25,5-33,5)

Aracaju

20,4*

(14,8-26,0)

29,5

(24,3-34,8)

25,8

(21,5-30,2)

Belo Horizonte

22,7

(19,7-25,6)

28,0

(24,8-31,3)

25,8

(23,6-28,0)

Vitória

25,9

(20,6-31,1)

27,2

(20,1-34,2)

26,6

(21,5-31,7)

Rio de Janeiro

27,3

(24,4-30,1)

33,3

(30,8-35,8)

31,0

(29,1-32,8)

São Paulo

26,5

(22,1-30,9)

31,2

(26,9-35,6)

29,3

(26,1-32,4)

Curitiba

23,6

(20,3-26,9)

28,5

(25,0-31,9)

26,4

(23,8-29,0)

Florianópolis

21,6

(16,1-27,1)

32,1

(26,0-38,2)

27,7

(23,0-32,4)

Porto Alegre

24,9

(20,4-29,3)

34,1

(29,9-38,2)

30,2

(27,0-33,4)

Campo Grande

20,5*

(14,4-26,6)

29,5

(23,9-35,1)

25,7

(21,4-30,0)

Brasília

19,7

(16,6-22,8)

27,3

(23,9-30,6)

24,0

(21,9-26,1)

Fonte: Ministério da Saúde/SVS e Instituto Nacional do Câncer (INCA): Inquérito Domiciliar de Comportamentos de Risco de Morbidade Referida de Doenças e Agravos Não Transmissíveis.

Notas:

  1. Informações de 2004-2005 para Palmas e São Luís e de 2002-2003 para demais capitais.
  1. A coluna IC 95% apresenta o intervalo de confiança (α = 0,05) da taxa de prevalência, levando-se em consideração o efeito do desenho do estudo.
  1. (*): O número de entrevistados que referiram ter diagnóstico clínico de hipertensão nesta capital e neste grupo é inferior a 50; portanto, recomenda-se cautela na interpretação dos resultados.




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Última atualização 18.12.2008 , por Websaúde
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